# Melhorar a prática do Escutismo

- **Autor:** Padre Hugo Martins
- **Data:** 2011-09-12T11:02:33+00:00
- **Categoria:** António Duarte
- **URL Original:** https://padrehugo.com/blog/melhorar-a-pratica-do-escutismo

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... nos agrupamentos e unidades
 “O Escutismo praticado deverá ser concreto e pragmático, sem complicações inúteis, baseado na aprendizagem de competências, de atitudes e de gestos fundamentais e indispensáveis para enfrentar a vida…”

	O Escutismo vê-se na prática, pois só temos bom escutismo se tivermos actividades de qualidade.
	Estamos no domínio do Saber e do Saber Ser.
	O Escutismo é um verdadeiro Saber Fazer que se aprende nas actividades quotidianas.
	A qualidade das actividades, a inovação, e a criatividade constituem os pontos fortes de melhoramento da vida nas unidades.
	Por isso, o escutismo praticado deverá ser concreto e pragmático, sem complicações inúteis, baseado na aprendizagem de competências, de atitudes e de gestos fundamentais e indispensáveis para enfrentar a vida.
	Ser artesão da paz, solidário, é o que se descobre e se aprende ao longo dos dias/anos e não somente em acções de carácter pontual.
	O Escutismo permite ao jovem adquirir as competências pessoais na descoberta do sentido da vida, tendo como suporte actividades escutista coerentes com as opções do Movimento.
	A aquisição de gestos fundamentais da vida de campo, constitui um factor essencial para o jovem.
	Neste ano escutista iremos todos (Agrupamentos) aplicar a nova metodologia escutista.
	É importante que verifiquemos, nas nossas unidades/ Agrupamentos se estamos no caminho certo, ou se necessitamos de aprofundar mais os nossos conhecimentos, com novas acções sobre a metodologia escutista.
	Verifiquemos, sobretudo, se a prática do escutismo que não mudou na sua essência, ou se houve adaptação na forma de o praticar às necessidades dos dias de hoje.
	Só assim, caros amigos chefes e assistentes, a melhoria do escutismo nos Agrupamentos/ Unidades pode ser uma realidade, para isso é necessário praticar – Saber Fazer.


Por: António Bento Duarte
