25ยบ Domingo do Tempo Comum

Cristo serรก glorificado no meu corpo, quer eu viva quer eu morra. (cf. Fil 1,20c-24.27a)

Deus revela-se no รญntimo do nosso coraรงรฃo,
eleva-nos o pensamento atรฉ ร  lรณgica insondรกvel do amor,
e faz da nossa vida vitral acolhedor da sua beleza.
Cristo contratou-nos para trabalhar na Sua vinha
e foi Ele quem trabalhou em nรณs e nos tratou o mรญldio,
nos podou a falta de critรฉrios e enxertou castas fecundas,
para darmos frutos abundantes que glorificam a Deus.

O corpo รฉ instrumento de comunicaรงรฃo de ideais invisรญveis.
Hรก bocas soltas que proclamam boas novas do cรฉu,
num corpo materialista, amorfo, insensรญvel, ansioso…
que nos faz parecerem alto-falantes vazios de mensagem.
Hรก bocas parcas em palavras e generosas em testemunho
que falam de paz pelo sorriso, de amor pela bondade,
de fรฉ pela confianรงa, de esperanรงa pela perseveranรงa,
de oraรงรฃo pela intimidade da experiรชncia…
Sรฃo corpos que glorificam a Cristo pelos poros da vida
e nรฃo apenas pelas palavras ou obras de ostentaรงรฃo.

Senhor, faz-nos penetrar, confiantes e discรญpulos,
nos mistรฉrios insondรกveis do Teu amor sem medida.
Cristo, hรณspede celestial que nos visitas e habitas,
faz de nรณs trabalhadores entusiastas da Tua vinha
e nรฃo apenas assalariados em busca do proveito prรณprio.
Espรญrito de sabedoria dum amor sem limites,
faz do nosso corpo evangelho da vida e da esperanรงa,
que saiba glorificar o Pai, vivendo como o Filho.