Seu Filho, nascido, segundo a carne, da descendência de David. (cf. Rom 1,1-7)

 
O Natal concretiza as promessas dos profetas
e o seu verdadeiro sentido revela-se na Páscoa da ressurreição.
O Natal é a graça divina encarnada em Maria e José,
que quer continuar a encarnar-se em Pedros e Paulos,
Agostinhos e Franciscos, Teresas e Madalenas
até que toda a carne possa ser filhos de Deus,
segundo o Espírito e no Filho que nos visita e salva.
 
A celebração do Natal é um desafio à Missão.
Ao comércio interessa-lhe apenas o incremento de vendas,
à gratuitidade do Evangelho da graça interessa:
Isaías da esperança, Marias fecundadas pela Palavra,
Josés justos que sonham com Deus e acolhem os seus sonhos,
Paulos que se fazem servos de Jesus Cristo e O anunciam…
É mais fácil dar presentes numa época do ano
do que ser um presente perfumado na rotina dos dias!
 
Senhor Jesus, amor gratuito à espera de casas de Maria,
de noites de José e de estradas de Damasco
para conceber a esperança e fecundar os corações virgens,
envia-nos o Teu Espírito de discernimento
para que possamos sintonizar com a emissora do Céu.
Faz de nós grutas de Belém onde há sempre lugar para Deus
e brilha a estrela da esperança na simplicidade arriscada da fé,
porque deixámos Deus ser Emanuel e ficar connosco.

Pe. José Augusto Leitão

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