Recorrendo ao texto informativo de Rodrigo Cavalcante… e sem descartar o argumento religioso (onde a consciência está na alma ou no espírito do ser e independente do corpo físico), é necessário procurar o mesmo no interior do cérebro! Este órgão tem um peso de 1,3 quilos e tem a consistência de um ovo mole. Foi em 1848, no estado de Vermont, EUA, que ficou bem claro na medicina que a personalidade de uma pessoa pode mudar por meio de uma mudança física.
Através dos estudos e a evolução da ciência, sabe-se que é no córtex pré-frontal (localizado abaixo da testa) onde se “regulam” as emoções. Certas pessoas, por diversas razões, perdem essa capacidade e tornam-se indiferentes. Não conseguem mais sentir as emoções responsáveis por aquele aperto no peito de culpa ou de remorso.
“São esses sentimentos que nos obrigam a repensar atitudes, mudar, evoluir” (Dylan Evans).
O ser humano tem uma grande particularidade. E qual é essa particularidade, perguntam vocês! Ora, é o simples facto de o Ser Humano ser um Ser Complexo! Um ser vivo estudado pela ciência e abordado pela religião, e qual o resultado…? Qual a razão da consciência humana? Não é igual para todos! Onde está a consciência do ser? Conseguir caracterizar/definir a separação do bem e do mal… Do estar correcto ou errado, de agir ou não agir? Infelizmente e/ou felizmente o cérebro humano não funciona de igual forma para todos (daí a construção da personalidade), uns devido à idade, às experiências sentidas e vividas; outros por doença; outros por isto ou por aquilo… E quem julga isso? Quem chama à razão a consciência do ser?! O próprio ser? O cientista? Os religiosos? Deus?!
Dizem que existem mundos paralelos e até pode ser verdade! Acredito que seja verdade! E quem somos nós para julgar os feitos e as criações de Deus… as criações do Homem… E agora questiono: As pessoas crentes debruçam-se sobre a sua própria existência e perante Ele, como é a consciência do ser humano? Qual o sentimento de culpa, de arrependimento perante o Seu nome? A vida não é a vontade ou o “apetite” de se fazer algo, ou de se querer ter algo… É viver a vida em consciência (contemplar esse dom), viver com justiça, humildade e amor! Viver em consciência com sociedade e com tudo o que nos rodeia… É viver-se conscientemente…
Pensem no assunto!

Cristina Rodrigues

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