Chefes precisam-se!

Já lá vão muitos anos, mas mantêm total atualidade. No dia 09 de Dezembro de 1983, realizou-se o 1º conselho Regional da Região da Guarda, do ano escutista de 83/84.

Na reflexão feita pelo assistente Regional, o saudoso padre António Nunes Sanches, debruçando-se sobre a temática: “Chefes”, começando a dissertação por estas frases:

“Chefes!…precisam-se! Chefes que estejam bem dentro da missão escutista!…”

Seria importante que nos tempos de hoje, se recuasse um pouco e voltássemos, regressássemos a fazer novamente esta reflexão, “Chefes Precisam-se…”

                Hoje, a região Guarda necessita urgentemente de “chefes” que tenham uma cultura escutista, que disponham de um carater forte, verticais, que as atitudes não sejam impregnadas de hipocrisia e fantasia, para isso, devem possuir e ter uma grande “alma escutista”, coragem para aceitar, compreender os outros e aceitarem as diferenças.

                Precisam-se!…

Chefes, capazes de compreenderem, aceitarem os rapazes e respeitarem os mais velhos, serem responsáveis, simples, amigos, e o condão de amar.

                São qualidades indispensáveis, para os verdadeiros chefes cumprirem a sua nobre e sublime missão.

                Precisam-se!…

                Chefes que tenham fé que acreditem na sua missão, sentido autoridade, Espírito de decisão, de iniciativa, espirito de disciplina, calma, domínio de si mesmo, bondade de coração, espirito de dignidade humana, espirito de justiça, firmeza, exemplo e humildade.

                Estes devem, estar bem da missão, para a qual foram investidos!…

                Será!…que eles sabem qual é a sua missão?

                E qual é essa missão?

                Formar homens, educar, organizar, mandar, vigiar, repreender, animar e recompensar, condições de ajuda reciproca e formar equipa com os demais chefes.

                Construtores de valores junto dos jovens.

                Precisam-se!…

                De Chefes válidos, sãos de corpo e alma, da fé animados pela fé e cristãos com sentido de responsabilidade.

                Para a concretização desta missão escutista, estes chefes têm a obrigatoriedade e a capacidade de conhecer os jovens destes tempos, regras do jogo e a pedagogia do CNE

                Hoje, os nossos chefes, para lidarem com os jovens devem ter uma vontade forte, persistência, esperança, abnegação, confiança em si próprio, na juventude e próprio método.

                Chefes precisam-se…

                Bento Duarte

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