Porque é que, por vezes, é tão difícil fazer escolhas, tomar decisões? Algumas delas podem mudar imenso o resto da nossa vida, algumas definitivas (não gosto desta palavra…).
Não vou dizer que queria que as coisas fossem mais fáceis pois não teria a mesma piada ter de tomar decisões, a necessidade do desafio é algo que está inerente ao ser humano. Contudo, na hora h, desejamos inconscientemente que as coisas fossem mais fáceis.
A importância de tomar decisões, de fazer as nossas próprias escolhas, de prever possíveis falhas, de assumir a responsabilidade por elas, é fulcral para o desenvolvimento completo do ser humano.
Voltar a atrás? Nem sempre mas por vezes. Contudo, coloco-me uma questão… Devemos nós voltar atrás depois de assumirmos um compromisso, depois de estarem a contar connosco, de acreditarem em nós? Ou devemos, mesmo estando em “apuros” (por exemplo, ocupados com várias coisas que assumimos), levar o nosso compromisso até ao fim, não desiludindo quem acreditou em nós, mas deixando, possivelmente, outras questões talvez mais importantes para trás?
Definitivamente não é fácil fazer escolhas!

Por: Helena Almeida

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