Como a maioria das grandes tradições populares, a “Mariana” não tem um único inventor mas é fruto do resultado de diversas tradições.
A este respeito, podemos escrever: Maria é um fruto de maio, uma forma feliz de inculturação, entendido na sua beleza e na sua totalidade: há aqui um encontro entre as intuições do povo e naturais e a verdade revelada que completa a verdade do homem quando se deixa guiar pelo Espirito Santo.
Vejamos então alguns elementos que se fundem para que maio possa ser “o mês de Nossa Senhora”.
Maio é o mês do Amor. Está longe de ser passado não só pela beleza da estação que sugere pensamentos “românticos”, mas por uma razão mais assertiva e pragmática; depois do rigor e austeridade da Quaresma celebra-se a partilha e grandeza da Páscoa do Senhor. Maio é tempo para grandes encontros e peregrinações. (por exemplo a peregrinação de Vila Cova à Cova da Iria, o mercado aberto de Sandomil, o “Fátima Jovem”, a “peregrinação aniversaria à Cova da Iria”) São estes momentos, oportunidades para o nascimento de planos de Amor, ou até mesmo o matrimónio. (A nossa cultura com a anuência de boa literatura isso consagra.)
Maria é a mulher amada por excelência. Ao ser a escolhida por Deus, para acolher o maior sinal do Amor pela humanidade, ela é também aquela que com a sua resposta nos ensina a Amar o seu Filho Jesus Cristo.
Nossa Senhora do Rosário de Fátima. Rogai por nós.

HM Editorial nº 5 “Voz da Estrela”

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