Hoje dou por mim a pensar de onde radica este meu desejo de ser diferente, de pensar, de querer crescer com responsabilidade, de mover o mundo com amor. Nada disto foi premeditado por mim, não escolhi ser igual a tantos outros, de viver num mundo de “devias”, de hipóteses irreais e consumidas pelo medo. Escolhi ser diferente, e aceitar as possibilidades da vida, de crescer em amor, por dentro, e de o testemunhar com os outros com a graça do Espírito Santo. O natural é que todos sintamos de facto este sentimento, eu apenas, não suprimi essa vontade. Sou insatisfeita, ambiciono a felicidade, quero fazer, quero ser, quero viver na verdade. Porque só assim posso viver, com um verdadeiro ímpeto de evangelização, atribuindo um sentido à minha fortuna. Possuo este sentimento na minha intimidade para com deus, e partilho-o para que outros jovens se possam apoiar na minha fé. Posso falhar, ter os meus desentendimentos e impaciências, desilusões e dúvidas. Mas perante isso vigio como uma sentinela diante dos aparentes insucessos, confiando n’Ele. E é este amor divino que não escasseia, que sobrevive na escuridão, e que me alimenta, que dá coragem para viver Cristo e agir com/em e entre Ele. Quero ser melhor. E se é este o meu ímpeto, se é este meu estado interior de inquietação, então, eu irei, despindo-me de preconceitos, e do medo adjuvante. Nós chegaremos mais longe, porque Jesus Cristo nos indica o caminho.

Por: Ana Andrade

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