Hoje somos convidados a considerar uma temática da liturgia que nos fala bem e mal/trigo e joio.
Quem vive; sente que a forma como se relaciona com as coisas e acontecimentos variados não é sempre a mesma, chegando a ser díspar e/ou oposta. Parece-me que a humanidade é feita de grandes gestos de bondade não escondendo que o maligno existe.
A Comunicação Social tem de desempenhar o seu papel de dar a conhecer o que de bem acontece e ajudar a humanidade a redescobrir o sentido da beleza da vida. Também aqui permiti que diga: a Igreja Diocesana da Guarda não compre minimamente este seu direito. Todos temos o dever de nos cultivar, nomeadamente no que diz respeito a Deus e à Igreja. Se a consciência não está formada, ou mesmo mal formada, é difícil discernir verdadeiramente e optar pelo bem. (nomeadamente em clima de crise, tribulação, ou falta de integridade económica e politica).
Estou certo que nenhum Português gostou de ter sido posto no lixo por uma empresa de rating modis. Não coloquemos o nosso próximo (mesmo aquele que nos importuna mais) no lixo do nosso pensar e agir. A Caridade Cristã pode hoje ganhar o nome da “reciclagem”. O outro é filho de Deus e eu devo permitir que ele caminhe cada vez melhor em direcção a Cristo e aos Irmãos.
Deus sabe sempre qual é o trigo e qual é o joio no mundo ele espera pelo fim da ceifa certamente para se mostrar como Amor. Não nos apresemos em julgar; sejamos solícitos recordistas na Caridade.
Um Santo Domingo.

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