A glória de meu Pai é que deis muito fruto. Então vos tornareis meus discípulos. (cf. Jo 15,1-8)

Jesus é a videira e nós os seus ramos.

Pela fé e pelo Batismo somos enxertados Nele e a vide bravia tem condições para dar bons frutos.

Se em nós circular a seiva de Cristo e a energia do Espírito, damos frutos de amor, de justiça, de perdão, de louvor!

O Pai é o agricultor que nos limpa dos rebentos bravios e nos poda dos excessos de vaidade, egoísmo e rancor.
 

Em Portugal estamos a realizar o censo da população. Uma das perguntas é a nossa opção de fé religiosa. A resposta a esta pergunta não inclui juízo de qualidade, mas apenas o conceito subjetivo de identidade religiosa.

Ver-se como católico praticante ou não-praticante, não significa ainda que ver-se como discípulo de Cristo!

Senhor Jesus, Vide que me dá vida, seiva que me sustenta a fé e o amor que nas minhas entranhas lutam por dar fruto.

Desculpa os rebentos bravios que deixo crescer sem discernimento, e alimento sem querer querendo, adiando a poda.

Obrigado pela Mãe do Céu que nos anima a ser bons filhos.

Obrigado pela mãe da terra que nos amamentou com amor, nos ensinou a ser solidários e amigos, e nos abriu o coração à fé.

Padre José Augusto